Resenha: Isla e o final feliz

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Resumo: “Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. 
Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias, envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes.”
 
Isla é metade francesa e metade americana. Sua mãe é um vitrinista francesa, e seu pai um empresário de instrumentos musicais americano. Assim como a sua irmã mais velha, Isla – que gosta de deixar bem claro que a pronúncia é ‘aila‘ – estudou em Nova York durante toda a sua infância, e o ensino médio na SOAP, uma escola francesa para americanos em Paris. 
 
Ela nunca sai de casa desarrumada, suas notas são as melhores classe. As únicas aventuras Isla viveu foram as que ela leu nos livros. Ela tem um único e melhor amigo que se chama Kurt, e ambos seguem uma rotina super regrada. Tudo muda depois “daquele” encontro em Nova Yourk. 
 
Isla passou seus primeiros anos da SOAP apaixonada por Josh. No começo do ensino médio eles trocaram duas ou três palavras, mas devido a timidez de Isla, nada acontece. Em seguida Josh começa a namorar e ela apenas assiste enquanto Josh e sua namorada andam de mãos dadas pelos corredores da SOAP. 
 
Mas agora as coisas mudaram. Josh finalmente está solteiro. Impulsionada por uma avalanche de coragem (ou analgésicos), Isla finalmente conseguiu se aproximar dele. Agora é só fechar os olhos e esperar o final feliz. 
 
Ou não. 
 
Esse não é apenas o ano em que os sonhos de Isla se realizaram. É o ano em que Hatie, sua irmã caçula e rebelde também começa a estudar na SOAP. É o ano em que Isla precisa escolher não apenas em qual universidade estudar, mas também em qual país morar.  
 
No começo o livro parece exclusivamente focado no romance da Isla e Josh, mas ao longo da história outras questões são abordadas. Como por exemplo, o autismo do Kurt, a relação entre Isla e Hatie, e a necessidade de crescer a descobrir quem você é. 
 
Esse livro tem todos os ingredientes para um bom romance: Uma garota doce e apaixonada, um artista que sente confuso e incompreendido uma cidade encantadora como cenário: Paris. 
 
Curiosidade: 
 
– O livro conta com a participação de personagens de outros livros da autora. 
 
Trechos:  
 
“Sempre que entra na sala, uma energia turbulenta e inconfundível entra com ele. É algo que perturba o ar que respiramos. Parece o zunido de um inseto.E, toda vez que nos rendemos a ela – toda vez que, em um lampejo que coragem, nossos olhos se encontram – , uma onda de eletricidade irrompe por todo o meu corpo. Fico exausta, empolgada, exposta.” 
 
“Será que os adultos se dão conta de como têm sorte? Ou se esquecem que esses pequenos momentos são na verdade pequenos milagres? Não quero me esquecer disso nunca.” 
 
“Parece que uma banda de heavy metal está fazendo um show bem no coração, de forte que ele bate.”
 
 
Nota: 8/10 
Para quem gostou de: Ana e o beijo francês – Lola e o garoto da casa ao lado – Para todos os garotos que eu já amei 
Onde comprar: http://www.travessa.com.br/isla-e-o-final-feliz/artigo/6cf73923-347d-4959-96ba-853bbf8e4466

Resenha: Ed Sheeran – Uma jornada visual

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Eu não sou exatamente uma grande fã de biografias/autobiografias, mas quando eu vi essa capinha verde que nem ao menos havia saído do setor de cadastros da Travessa pela primeira vez, eu pensei “eu preciso desse livro na minha vida”.

Quando eu era mais mova, eu costumava zombar da cara dos jovens artistas que publicavam autobiografias. Na minha cabeça de garota do interior, uma pessoa com menos de 30 anos ainda não poderia ter vivido o suficiente para ter alguma coisa interessante para contar. Como eu estava enganada!

Quem olha para o bem sucedido Ed Sheeran, não imagina o que esse cara de 24 anos passou para alcançar o sucesso. Em seu primeiro livro, Ed conta toda a sua trajetária até o lançamento do seu segundo álbum, o “X”.

Ao embarcar nessa aventura, você vai saber como foi para Ed gravar o seu primeiro EP em seu quarto na Inglaterra ,e cantar no palco do Grammy ao lado de Elton John. Ele fala sobre suas primeiras influências musicais e sobre como precisou persistir para chegar onde chegou.

Ele também fala bastante sobre o seu trabalho como compositor. Foi muito interessante saber como funciona todo o processo de composição de suas musicas e como ele se aperfeiçoou ao longo dos anos.

O livro conta com ilustrações MARAVILHOSAS feitas por Phillip Butah e fotografias que mostram a trajetória do cantor desde a sua infância no interior da Inglaterra até os grandes shows nos EUA.

Ed Sheeran- Uma jornada visual, acaba de ser publicado aqui no Brasil pela editora Best Seller e pode ser considerado uma verdadeira obra de arte.
Se você tiver a oportunidade, não deixe que conferir a edição especial do álbum “X”! X Edition – CD + DVD! Está espetacular 😉

Curiosidade:
– A edição brasileira está praticamente idêntica a edição pública no exterior.

Trechos:

“Por isso nunca direi para ninguém: ‘ Vá para a escola, corra atrás das suas notas’, porque não foi isso o que eu fiz. O ensino tem o seu valor, mas existem outras possibilidades na vida além de notas máximas e diplomas universitários .”

“É a minha musica, e deve ser produzida do jeito que eu quero. Por isso funcionou: porque as pessoas sabem que não é parte de uma máquina publicitária. Tudo vem de mim.”

“Dizem que devo ser um acara triste, porque escrevo muitas letras tristes, mas é importante lembrar que, quando você está feliz, não vai estar em um quarto escuro de um hotel compondo uma música. Vai estar lá fora, se divertindo. ”

Nota: 10/10
Para quem gostou de: Taylor Swift, a história completa – Staying strong – A estrelha que nunca vai ser apagar
Onde comprar: http://www.travessa.com.br/ed-sheeran-uma-jornada-visual/artigo/ea7582b6-55fd-4ad7-9148-880eecd8f33a

Resenha: Naomi & Ely e a lista do não beijo

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Resumo: Uma análise bem-humorada sobre relacionamentos. Naomi e Ely são amigos inseparáveis desde pequenos. Naomi é irresistível, todos que cruzam seu caminho acabam se apaixonando. Mas ela sempre amou apenas o único cara que não pode ter: seu melhor amigo gay. E Ely é um conquistador barato que gosta de brincar com os sentimentos dos meninos até finalmente conseguir se apaixonar.
Para preservar a amizade, criam a lista do não beijo™ — a relação de caras que nenhum dos dois pode beijar em hipótese alguma. A lista do não beijo™ protege a amizade e assegura que nada vá abalar as estruturas da fundação Naomi & Ely. Até que…”

Para começar, esse foi o primeiro (até o dia dessa resenha) e único livro do David Levithan que eu li, e fiquei bastante surpresa. Confesso que esperava menos do livro e menos do autor. A maioria das resenhas que eu li a respeito desse livro não foram positivas, por isso , o livro acabou sendo uma adorável surpresa.

A Naomi é aquela menina que toda garota insegura quer ser: bonita, charmosa. Todos os caras se apaixonam por ela (e até algumas meninas) e todas as garotas querem ser ela. Porque ser como a Naomi deve ser absolutamente fabuloso, certo? Errado!

Por trás do batom vermelho da Mac e do cabelo espetacular, existe uma garota tão insegura quanto todas as outras. Que se apaixona por caras errados, como todas as outras.

Ely reúne todos os esteriótipos do amigo gay. Ele é lindo, tem bom gosto para moda, e guarda todos os segredos Naomi.

Naomi & Ely – Ely & Naomi formavam quase uma instituição. É basicamente impossível mencionar um sem pensar no outro. Eles cresceram juntos e tiveram ou ao outro em todos os momentos. O livro começa num ponto no qual eles de fato só tem ou ao outro, pois ambas as famílias estão passando por um momento bastante difícil.

A essa altura ambos imaginam que essa amizade é inabalável e parte dessa certeza se deve a Lista do não beijo. Até que um dia Ely beija um cara, um cara que não está na lista do não beijo, mas que segundo Naomi era tão óbvio que não precisava estar.

Se você pensa que o livro todo gira em torno da relação dos dois, bem, você meio que está enganado. O livro é repleto de personagens cativantes à sua maneira, que dão um toque de humor a história. Aliás, personagens que poderiam ter sido mais explorados pelos autores.

Os autores também entram em uma discussão sobre identidade de gênero, que é um assunto bastante atual, porém, sem forçar. O assunto surge através de perguntas que os personagens fazem a si mesmos, deixando a discussão bastante natural.

O livro foi escrito por dois autores – David Levithan e Rachel Conh -, mas a leitura flui muito bem, eu por exemplo, não consegui identificar onde a terminava a escrita de um e onde começava a de outro.

Se você quer um livro curtinho, fácil de ler e de bonuz, com um conteúdo muito bom, Naomi & Ely é o livro perfeito para você.

Curiosidades:
– O livro é repleto de simbolismos. Em alguns momentos, palavras são substituídas por imagens.
– Há várias referências sobre cultura pop.

Trechos:
Amo Naomi porque ela segura o elevador pra mim mesmo quando descer sozinha faria muito mais sentido. Amo Naomi porque se ela vê uma camisa que sabe que vai combinar com meus olhos compra pra mim, mesmo que esteja sem grana. Amo Naomi porque quando sinto vontade de enfiar a minha cabeça no forno , ela gentilmente a retira de lá e assa uns cookies para mim.[…] Amo Naomi porque não preciso amá-la o tempo inteiro.”

“Não é fácil. As coisas que realmente importam não são fáceis. Os sentimentos de alegria são fáceis. A felicidade, não. Flertar é fácil. Amar não. Dizer que você é amigo de alguém é fácil. Ser um amigo de verdade, não.

Não digo ‘estou apaixonado por você’, pois essa é a frase que está por trás de todas as outras, o sentimento que está por trás de todas as minha palavras.”

Nota: 7/10
Para quem gostou de: Will & Will – Todo dia – Amy & Matthew
Onde comprar: http://www.travessa.com.br/naomi-ely-e-a-lista-do-nao-beijo/artigo/aa47de80-4b7b-486f-baa6-f961e2d6ee89

Resenha: Passarinha

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Resumo: “No mundo de Caitlin tudo é preto ou branco. As coisas são boas ou más. Qualquer coisa no meio do caminho é confuso. Essa é a máxima que o irmão mais velho de Caitlin sempre repetiu. Mas agora Devon está morto e o pai não está ajudando em nada. Caitlin quer acabar com isso, mas como uma menina de onze anos de idade, com síndrome de Asperger ela não sabe como. Quando ela lê a definição de encerramento ela percebe que é o que ela precisa. Em sua busca por ele, Caitlin descobre que nem tudo é preto ou branco, o mundo está cheio de cores, confuso e bonito”

Uma das coisas que eu mais gosto de comentar quando eu faço a resenha de um livro é a minha experiência pessoal com o mesmo. Sempre existe uma história, sempre existe um aprendizado. Sempre.

O meu primeiro contato com o livro “Passarinha” foi em 2013 na Travessa do Leblon. Folheei o livro e pareceu interessante, mas acabei escolhendo outro título. Agora, dois anos depois eu resolvi ler esse livro, e acredito que li no momento certo. Em 2013 essa leitura não teria tido o mesmo impacto que teve hoje.

Caitlin é uma menina de 10 anos e tem a Síndrome de Asperger, uma forma de autismo. Ela não gosta de “Olhar para a pessoa”, não gosta que “Invadam o seu espaço pessoal”, mas na maior parte do tempo ela se esforça para ser uma boa menina e lembrar da “Sua Educação”.

A cidade de Caitlin está passando por um momento muito difícil. Todos estão tentando lidar com a tragédia que aconteceu em escola na qual Devon – irmão mais velho da Caitlin – estudava e na qual ele foi assassinado, ele e outras duas pessoas. E diante dessa situação, ela tenta ajudar o pai que está arrasado e chora todos os dias, mas ela não sabe como, porque apesar de ser muito inteligente e ter um QI acima da média, na maior parte do tempo Caitlin tem dificuldade em “Captar o Sentido”.

Enquanto Caitlin tenta “Captar o Sentido” e ajudar o seu pai, ela frequenta diariamente seções de terapia com a Sra. Brooks, sua orientadora escolar.
A Sra. Brooks tem um papel fundamental na história, pois é ela quem ajuda Caitlin a se encontrar e aprender mais sobre si mesma.

Na tentava de encontrar um “Desfecho”, Caitlin precisar lidar com suas questões e superar os seus limites. Ela precisa entender o próprio sofrimento, na verdade ela precisa perceber que está sofrendo e fazer coisas que até então pareciam impossíveis para ela.

Essa foi com certeza a minha leitura do ano. O livro é curtinho e me ensinou muito mais do que eu poderia imaginar. Me ensinou sobre empatia e gentileza (uma lição também pode ser encontrada em “Extraordinário”) e sobre esperança.

Curiosidades:
– Passarinha é um livro repleto de jogos com palavras. Por exemplo, quando algo tem um significado importante para Caitlin, ela usar letra maiúscula mesmo quando a palavra é um substantivo comum.

– O livro ganhou 6 premiações e 5 honrarias, como o National Book Award e Honra de Mérito do Golden Kite Award.

Trechos:
“Ela colocou um x acima do C de Coração e escreveu um c minúsculo. Não me parece certo desse jeito. Tenho certeza de que ela errada em relação às palavras especiais e às letras maiúscula mesmo sendo uma professora. Como pode existir uma palavra mais especial que coração?”

“-Ah. Às vezes os adultos não respondem às perguntas.
– Mas afinal o que é desfecho?
– É uma coisa que ajuda você se sentir melhor quando alguém morre.
– Ah. Pode me dar um pouco?
– Não, porque não tenho e nem sei como conseguir.
A cabeça dele se abaixa. Acho que isso quer dizer triste.
– Mas eu vou encontrar.
– Aí você divide comigo?
– Divido.”

“O tempo é o melhor remédio. (…). Como poderia ser? Um relógio não é como um comprimido ou um xarope. E eu não preciso de remédio. Preciso de um Desfecho.”

Nota: 10/10
Para quem gostou de: “Extraordinário” -” Garotas de vidro” – “As vantagens de ser invisível”
Onde comprar: http://www.travessa.com.br/PASSARINHA/artigo/e6b4e27f-b72d-4ef6-b616-039d95c3e048

Resenha: À esquerda, à direita

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Sei que fiquei alguns dias sem postar ~personal reasons~, mas estou de volta com a resenha de um livro que eu amei e falei sobre no meu clube do livro de maio. So, here we go.

À esquerda, à direita – Jimmy Liao

“Sempre que sai, não importa aonde vá, ela costuma virar à esquerda. Ele, por sua vez, pega sempre à direita. Nunca se encontram, como a maior parte das pessoas da cidade. Tão perto e tão longe… Porém, quando menos esperam, um acaso os une. E os separa. “

À esquerda, à direita, sem dúvidas é um livro que exemplifica os encontros e desencontros vividos em uma grande metrópole.

“Ela” é uma tradutora que vive um prédio de um bairro residencial fora da cidade. “Ele” é um violinista que mora em um prédio residencial fora da cidade. Mesmo morando lado a lado eles nunca haviam se encontrado, porque ela vira à esquerda e ele, à direita. Os dias passam, as estações mudam, mas tudo parece mesmo. Até que em um dia de sol…

Enquanto eu lia esse livro, eu me perguntei quantas vezes isso pode ter acontecido na vida real. Estar no mesmo prédio que o amor da sua vida, ou no mesmo vagão que alguém que poderia ser o seu melhor amigo. Porém, ambos absortos demais em suas próprias questões para olhar para o lado.

Um ponto interessante do livro, é que o autor faz um excelente uso das estações do ano, e do clima para definir o humor dos personagens. Veja o exemplo abaixo.
“A temperatura continua baixa, a frente fria permanece e a chuva não para de cair…Eles estão tristes demais para pegar no sono.”
Achei essa associação entre clima e humor fantástica.

Outro detalhe e que em determinados momentos, é possível brincar de “cadê” em algumas ilustrações, uma vez que ambos os personagens se encontram em um mesmo ambiente no meio de um grande numero de pessoas. É preciso um pouquinho mais de atenção para encontrá-los.

Concluindo, o autor tem uma sensibilidade incrível, e esse livro sem dúvidas merece um pouquinho da dua atenção.

Nota: 9/10
Onde comprar: http://www.travessa.com.br/A_ESQUERDA_A_DIREITA/artigo/ab8bb48f-0489-47d2-be38-ab298d088346

Até a próxima (:

Dia mundial do livro e Harry Potter.

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Eu não poderia deixar esse dia mundial do livro passar em branco. E para comemorar, nada melhor do que o livro que praticamente me “abriu as portas” da literatura. Meu primeiro amor literário e minha primeira saga, Harry Potter
.
A verdade é que assim como boa parte dos fãs brasileiros, o meu primeiro contato com Harry Potter não foi através da literatura, mas sim, pelo cinema. E cara, foi amor a primeira vista. Eu juro. Assistia toda semana, e depois de um tempo só o filme não parecia ser o suficiente, eu queria mais. Mais feitiços, mais castelos, e mais partidas de quadribol.

E foi assim que eu comecei o primeiro livro.

É extraordinário o poder e a influência que a literatura pode exercer sobre uma criança. Com o livro eu adentrei de maneira muito mais profunda nesse universo fantástico. Em apenas um capítulo eu pude sair da minha casinha no litoral e voar para as ruas de Londres, pra logo depois sair correndo pelos corredores de Hogwarts. Não havia limites.

Mas Harry Potter não é, e nunca será apenas uma historinha com um herói perfeito e criaturas fantásticas. Vai muito além.

Com esse livro aprendi que há momentos em que precisamos escolher entre que o que é certo, e o que fácil, e seja qual for a situação, o melhor é fazer o certo.

Aprendi que aquilo que amamos sempre será parte de nós, apesar da distância, do tempo e das circunstâncias difíceis.

Aprendi que não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver. Sonhar é importante, é saudável, mas chega um momento em que precisamos viver esses sonhos, e dar o nosso melhor para torná-los realidade.

Aprendi que o preconceito não nos leva a lugar algum.

Aprendi que não são as nossas qualidades que revelam quem realmente somos, mas sim, nossas escolhas.

E principalmente, eu aprendi sobre amizade, sobre o quanto é importante saber quem são os nossos amigos, porque são eles que estarão ao nosso lado nos tempos difíceis.

Então nesse 23 de abril, eu gostaria de agradecer a J.k. por ter feito essa obra prima que me apresentou a literatura e que será sempre o meu livro favorito.